Rodando aplicações web offline com Google Gear

Publicado por Carlos Brando em 30 de Maio de 2007

 

Hoje ao entrar no Google Reader me deparei com algo interessante, a opção de instalar o Google Gears.

Google Gears é uma extensão para o navegador que permite aplicativos web rodarem offline, usando APIs JavaScript.

Os desenvolvedores podem acessar o site da própria ferramenta para entender melhor como funciona, clicando aqui.

Os curiosos podem entrar no Google Reader, Calendar ou Docs e ver como isto é legal.

[Ruby on Rails] Construindo software para uma comunidade

Publicado por Carlos Brando em 29 de Maio de 2007

No RailsConf uma das apresentações que achei mais interessante foi a “Building Community Focused Apps with Rails” de Dan Benjamin.

Se fizer o download da apresentação pelo site oficial verá que o arquivo está corrompido, por isto faça o download pelo blog do próprio Dan.

Na apresentação ele mostra que construir um software usando Rails é muito simples e dá dicas desde a concepção da idéia até a divulgação do produto pronto.

Mesmo sem o áudio, dá para se ter uma boa idéia do que foi sua apresentação somente passando os slides.

Construindo Software: Faça somente o necessário

Publicado por Carlos Brando em 28 de Maio de 2007

Antes de iniciar o desenvolvimento do carreiraTI, em minha mente eu tinha um milhão de idéias sobre o que exatamente deveria ser construído. Mas, quando comecei a desenvolver, percebi que tinha de tomar uma decisão muito importante.

O que é essencial para meu produto, e o que deve ficar de fora?

Como muita gente já sabe, sou entusiasta do Getting Real, e resolvi seguir as dicas do livro para tomar esta decisão.

Durante o desenvolvimento, em alguns momentos você diz: “Poxa, seria legal se o site tivesse isto…” ou “Caramba, se eu colocasse isto no site ia ficar legal…”. Acontece que “legal” não é necessariamente “essencial”.

Comece a construção do seu software criando o que é essencial, aquilo que se não existir não tem software. E deixe o “legal” para a versão 2.0.

No carreiraTI, eu tinha a idéia de construir um cadastro de currículos, que permitisse o envio automático para vagas dentro do meu perfil, se configurado para isto. Ia ser legal pra caramba ter esta funcionalidade, mas já conseguem imaginar o trabalho que isto daria? Quanto tempo eu atrasaria a publicação do site?

Ainda tenho muitas idéias para o carreiraTI, mas estou criando o essencial. O legal vai ficar mesmo para a versão 2.0.

Afinal, o carreiraTI foi criado para ajudar as pessoas a conseguir um emprego melhor, e isto por si só já é algo muito legal!

Aguardem que ainda tem muitas novidades por vir.

Ruby on Rails: Novo site para consulta das APIs do Rails

Publicado por Carlos Brando em 25 de Maio de 2007

Foi lançado ontem um novo site para consulta da documentação do Rails, o Noobkit Docs. Por ter apenas um dia de vida o site ainda tem poucas informações, mas me pareceu bem interessante.

A visualização é feita por meio de uma árvore de diretórios e é baseada nos pakages/gems, modulos e classes do Rails.

Os desenvolvedores ainda prometem que as paginas seguirão o conceito wiki para atualização, onde cada usuário pode complementar as informações e dar exemplos de utilização.

Vale a visita.

3 maneiras de fazer dinheiro com seu software

Publicado por Carlos Brando em 25 de Maio de 2007

Há três maneiras básicas de se fazer dinheiro com seu software baseado na web. Vamos falar delas…

Propaganda
Forneça seu produto de graça e coloque propaganda em torno dele. Você pode fazer isto com softwares para desktops (da mesma maneira como o MSN e outros fazem) ou softwares baseados na web.

Esta é definitivamente a solução mais simples para softwares baseados na web: Apenas crie uma conta no Google Adsense e pronto, você já tem anúncios. Mas colocar propaganda no seu produto não quer dizer que você já estará faturando. A menos que seu site tenha muitas visitas, o rendimento pode ser muito baixo para se adotar esta estratégia.

Esta opção também não funciona para sistemas protegidos por senha, o sistema de login no sistema pode barrar o Google. Se você quiser propaganda em um sistema protegido por senha, você vai precisar correr atrás dos anúncios - o que vai consumir muito do seu tempo, e exigir que você se dedique por tempo integral a isto.

Plano B: Pessoalmente eu não gosto deste modelo, porque ele joga suas prioridades no lixo - você se preocupa demais com suas propagandas e deixa de lado o principal no seu negócio: seus clientes. É difícil manter suas prioridades com este sistema. Seus anunciantes querem chamar a atenção dos seus clientes, mas os clientes querem ser produtivos usando o seu produto. Um esquema ganha-ganha é difícil neste modelo. Possível, mas difícil.

Sistema de assinatura (ou pagamento único)
Esta opção pede que o cliente pague pelo seu serviço. Neste modelo é como dizer: “nós acreditamos que vale a pena pagar pelo nosso produto, e se você concordar, nós amaremos ter você como nosso cliente.” Pode ser uma mensalidade/anuidade ou um valor único, assim como os softwares convencionais. Do ponto de vista do rendimento, o sistema de assinatura funciona.

O problema é fazer as pessoas pagarem pelo seu produto. Alguns clientes estão dispostos a pagar, mas quantos? Será o suficiente para te manter no jogo?

Plano A: Eu recomendo este modelo. Se você inicia a construção do produto pensando em construir algo que as pessoas vão querer pagar para usar, possivelmente você vai construir algo bom, que as pessoas vão querer pagar para usar. Claro, que mesmo boas idéias às vezes também não dão certo. Mas este pensamento vai te colocar no caminho certo.

Quero apenas dizer mais uma coisa sobre isto: Quando as pessoas pagam por seu produto, elas têm interesse em vê-lo crescer. Elas querem ver seu investimento valer a pena. Elas passam a acreditar no seu produto, cuidam dele. Isto desperta paixão e interesse em torno do que estão fazendo e isto é muito bom.

Suporte
Esta é a estratégia usada pela comunidade do código aberto (open-source). SugarCRM é um bom exemplo disto. Seu software é grátis, mas se você quiser um suporte para usar o produto, terá de pagar por isto.

Plano C: Olhando por cima, parece uma boa idéia. Mas para quem? Se o seu ganha-pão depender de ajudar as pessoas, isto induz você a fazer as coisas da forma mais difícil possível, ao invés de simplificar para o cliente. Este modelo evita ferramentas intuitivas e fáceis de usar. Você acaba criando um produto complexo que só algumas pessoas entendem. Isto é bom para você, mas péssimo para seus clientes.

Um meio termo?
Há varias outras maneiras de se ganhar dinheiro com seu software. Você usar um meio termo entre duas ou mesmo as três opções acima, ou você pode vender seu software para outra empresa. Ou algo completamente diferente disto.

Na verdade acreditamos que construir um software de qualidade que as pessoas estarão dispostas a pagar é a melhor opção. Não será fácil, mas se você conseguir estará no caminho de um software de sucesso.

 

Este post é um tradução do artigo 3 ways to make money with your software publicado pelo blog Signal vs. Noise.


Procurando um emprego novo? Encontre no carreiraTI.com