É engraçado, mais a cultura dos programadores se assemelhe e muito a cultura dos antigos filósofos gregos! Sempre procurando a verdadeira verdade como platão, e sempre se indagando como sócrates! Além do mais Programação é por si só uma Filosofia de vida, não se aplica apenas a software!
Existem muitas afinidades sim. Pensar sobre a natureza da informação e seu processamento, sobre linguagens, padrões, sobre meta-domínios, aquilo que há em comum em sistemas relacionados à tantos domínios diferentes entre si… E aplicar! Eis um dos aspectos mais bonito, nossas “teorias” devem ser passíveis de implementação/experimentos. Talvez unamos o melhor da filosofia e da ciência. Temos os idealistas (modelos preditivos), os empiristas (modelos ágeis) e vemos qual a melhor “lente” pra cada caso e onde se complementam. Vejam que não estamos criando nada do nada, tudo são variações de modelos passados que são reciclados. Acho que há muito a ganhar estudando-se filosofia, pelo menos até certa profundidade. De qualquer forma, estamos contribuindo principalmente com as aplicabilidades, experimentando, validando e evoluindo conceitos numa velocidade espantosa. Espero que as gerações vindouras ganhem com as possíveis “contribuições filosóficas” de nosso meio e aplicá-las à vida do dia-a-dia, nem que sirva ao menos para mudar seus valores (open source? social systems? agile process? free culture? etc…). Definifitivamente, temos que pensar mais “fora da caixa”…
Jamis Buck acabou de anunciar o lançamento da versão 1.2.3 do gem SQLite3-Ruby.
Entre as novidades está uma correção nas permissões dos arquivos[...] Leia Mais »
2 Comentários em "Os filósofos da nossa época são os programadores"
É engraçado, mais a cultura dos programadores se assemelhe e muito a cultura dos antigos filósofos gregos! Sempre procurando a verdadeira verdade como platão, e sempre se indagando como sócrates! Além do mais Programação é por si só uma Filosofia de vida, não se aplica apenas a software!
Existem muitas afinidades sim. Pensar sobre a natureza da informação e seu processamento, sobre linguagens, padrões, sobre meta-domínios, aquilo que há em comum em sistemas relacionados à tantos domínios diferentes entre si… E aplicar! Eis um dos aspectos mais bonito, nossas “teorias” devem ser passíveis de implementação/experimentos. Talvez unamos o melhor da filosofia e da ciência. Temos os idealistas (modelos preditivos), os empiristas (modelos ágeis) e vemos qual a melhor “lente” pra cada caso e onde se complementam. Vejam que não estamos criando nada do nada, tudo são variações de modelos passados que são reciclados. Acho que há muito a ganhar estudando-se filosofia, pelo menos até certa profundidade. De qualquer forma, estamos contribuindo principalmente com as aplicabilidades, experimentando, validando e evoluindo conceitos numa velocidade espantosa. Espero que as gerações vindouras ganhem com as possíveis “contribuições filosóficas” de nosso meio e aplicá-las à vida do dia-a-dia, nem que sirva ao menos para mudar seus valores (open source? social systems? agile process? free culture? etc…). Definifitivamente, temos que pensar mais “fora da caixa”…
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